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O que a FlowRoutes mostra da sua rede além da lista de alertas

Gráfico todo provedor tem. O que falta é leitura. Oito coisas que a FlowRoutes mostra da sua rede no dia a dia do NOC: causa, árvore de impacto, fibra por PON, rádio, mudanças de configuração, o lado do cliente e mais.

Quase todo provedor tem gráfico. Gráfico de tráfego, de CPU, de temperatura, de sinal. O que costuma faltar é a leitura: olhar pra tela e entender, sem montar o quebra-cabeça na cabeça, o que está acontecendo com a rede agora.

A FlowRoutes foi construída em cima dessa diferença. Ela usa motores conhecidos por baixo, como Zabbix, Oxidized e UISP, mas o trabalho dela é outro: traduzir e agrupar. Abaixo estão as leituras que ela entrega no dia a dia de um NOC de provedor, com o que cada uma resolve.

1. A causa, e não só a lista de alertas

Quando um equipamento de agregação cai, tudo que depende dele também alerta. Numa lista crua, isso vira uma parede de eventos.

Na FlowRoutes, o alerta é o evento cru e o incidente é o que importa. O sistema sobe pela árvore de dependências enquanto o equipamento de cima também está em alerta e abre um incidente por causa provável. O título do incidente é o equipamento de origem. Embaixo vem a lista de equipamentos impactados, cada um com o alerta traduzido, mais atalhos pra ver a causa, ver no mapa e abrir no inventário.

Resultado: o técnico começa pelo ponto certo, em vez de abrir vinte alertas um por um.

2. A árvore de causa e impacto (CTNT)

A CTNT, de Cool Tree Network Topology, monta automaticamente a árvore da sua operação: Operação → POP ou site → equipamento → interface ou enlace. Ela responde três perguntas de uma vez: existe falha, qual a causa provável e qual o tamanho do impacto.

E o impacto vem em escala que o gestor entende: só este equipamento, vários neste local, todo o local, vários locais ou a operação toda. Essa leitura ajuda a decidir se é caso de mandar alguém pra rua agora ou de acompanhar remotamente.

3. A fibra, porta por porta

Na aba Fibra, a FlowRoutes lê ao vivo a lista operacional de ONUs da OLT: serial, nome e sinal RX/TX. Hoje os modelos homologados são V-SOL e Huawei. No quadro da OLT, dá pra ver o sinal da fibra por porta GPON e quantas ONUs estão no ar em cada PON.

Pra quem trabalha com FTTH, isso tira a investigação do "achismo". Se uma PON inteira perde ONUs ao mesmo tempo, o problema tem endereço.

4. O rádio, no mesmo painel

Provedor regional raramente é só fibra. A aba Antenas integra com o UISP da Ubiquiti e traz locais, equipamentos, enlaces e a topologia física e geográfica dos rádios ao vivo. Na aba Torres, dá pra simular um enlace com perfil de terreno, visada, zona de Fresnel e link budget, e ver a cobertura PTMP antes de subir equipamento.

5. O que mudou na configuração

"Funcionava ontem" é uma frase que todo NOC conhece. A FlowRoutes guarda as versões da configuração dos equipamentos (famílias RouterOS, SwOS e EdgeSwitch) e mostra a diferença entre uma versão e a anterior, linha a linha. Quando algo para de funcionar depois de uma mudança, você vê o que mudou e quando.

Pra restaurar uma versão, o caminho continua sendo o procedimento da sua equipe no equipamento. A FlowRoutes mostra a diferença, ela não aplica a configuração antiga sozinha.

6. O lado do cliente, com um link

Quando o assinante diz que "um site não abre", a conversa costuma travar. A FlowRoutes tem duas leituras pra isso:

  • Diagnóstico pelo servidor: testes de DNS, alcance, HTTPS, caminho e estabilidade até o destino, com laudo.
  • Link de diagnóstico do cliente: um link temporário, sem login, que o cliente abre no próprio aparelho. Ele mede do lado do cliente e cruza com o teste do servidor, chegando a uma conclusão automática, como "tudo ok", "problema no dispositivo do cliente", "problema no DNS" ou "problema no destino".

O operador ainda pode ligar um teste de velocidade opcional no link. Ele mede até o servidor da FlowRoutes, e a própria tela avisa que não é a velocidade contratada do cliente.

7. Endereços, senhas e CGNAT organizados

Três coisas que normalmente vivem em planilha, caderno ou grupo de WhatsApp:

  • Endereços (IPAM): áreas, blocos, busca e calculadora, com reserva de IP de gerência ligada ao inventário.
  • Cofre: senhas do turno em pastas, que somem da tela em 30 segundos, com cada acesso registrado.
  • Consulta CGNAT: com IP público, porta e horário, você vê o concentrador, o IP privado e o login do cliente no IXC. Sem a porta, a ferramenta lista os IPs privados possíveis.

8. Servidores e tráfego

A aba Servidores mostra os ambientes Proxmox, com nós, máquinas, containers e armazenamento. Ligar, desligar ou reiniciar exige permissão, que nasce desligada, além de confirmação, e tudo fica auditado. Na Proteção, a coleta de fluxos (NetFlow, IPFIX e sFlow) mostra os maiores consumos e os destinos do tráfego, com alarmes de taxa.

A diferença está na leitura

Nenhuma dessas telas é sobre ter mais dados. É sobre cada tela ter um trabalho: o Dashboard é o quadro geral, Incidentes mostra a causa, o Inventário guarda o cadastro, o Mapa traz o desenho, a árvore mostra o impacto e o Monitoramento mostra a fila crua. Quando a crise chega, o caminho alerta → incidente → causa → impacto vira um atalho.

Veja essas leituras com a sua rede

Quer ver como fica a sua operação nessas telas? Agende uma demonstração com a equipe FlowRoutes: Agendar demonstração ou chame no WhatsApp.

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